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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016


ANVISA DO CANADÁ PROIBE USO E EXPORTAÇÃO DE IBOGAINA COM NOME DE REMOGEN DEVIDO AO ALTO RISCO A SAÚDE DO PACIENTE

 

O produto de saúde natural de nome "Remogen" contendo ibogaína, não está autorizado no Canadá devido ao risco de perturbações do ritmo cardíaco.

 

VEJA MAIS DETALHES ABAIXO:


DATA DA PUBLICAÇÃO DA PROIBIÇÃO DO USO DO REMOGEN NO CANADÁ:

Data de início: 27 de julho de 2015

Posting data: 27 de julho de 2015

Type da comunicação: Informações de atualização

Subcategoria: products Source Natural de saúde da recordação: Saúde CanadaIssue: produtos não autorizados, Informações de segurança importantes, ingrediente não-medicinal, não declarado

Substância: número geral Identificação público: AR-54378


OTTAWA - Health Canada: canadenses que fizeram o uso do Remogen tem apresentado reações adversas graves como batimentos cardíacos anormais. Esse produto, apesar de ser natural, não está autorizado seu uso no Canadá devido a sérios riscos que pode causar à saúde do usuário.

Ibogaína é um ingrediente natural com propriedades medicinais, proveniente da casca da raiz de um arbusto Africano. Não há produtos de saúde autorizados que contêm ibogaína no Canadá.

Apesar disso, a Health Canada tem conhecimento de casos em que a ibogaína foi utilizada no tratamento da dependência de drogas. Há relatos internacionais de reacções adversas graves associadas a produtos que contêm ibogaína vendida com nome de Remogen, incluindo a morte, parada respiratória, problemas cardíacos, tais como batimento cardíaco irregular, convulsões e sintomas relacionados à disfunção psiquiátrica e metabólica.
Health Canada apreendeu recentemente vários produtos não autorizados que contêm ibogaína de Phytostan Empresa Inc., um distribuidor em Quebec, vendido sob os nomes: "Remogen"; "Ibo + Plus"; "Endabuse"; e "Iboga".


A Phytostan Empresa Inc. concordou em parar de vender e importar esses produtos não autorizados.
Health Canada também está trabalhando com a Agência de Serviços de Fronteira do Canadá para ajudar a prevenir a futura importação de produtos que contêm ibogaína.
Health Canada está monitorando produtos de ibogaína e irá tomar medidas quando necessário.
Os consumidores são encorajados a relatar quaisquer reacções adversas associadas com o uso desses produtos para o Health Canada.


Os canadenses também são incentivados a relatar queixas sobre produtos de saúde a Health Canada chamando toll-free para 1-800-267-9675, ou preencher um formulário de reclamação on-line.





quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

                                                Solução no Tratamento de Depressão


A décadas um principio ativo extraído do arbusto Tabernante Iboga ,chamado Ibogaina é utilizado na recuperação de adictos usuários de droga.
Adictos e depressivos tem em comum conflitos biológicos e ou emocionais que atuam como gatilhos acessando assim os estados comportamentais de suas respectivas  patologias, recaídas.
A depressão pode ser exógena, causa externa  é causada por conflitos, traumas ou decepção  que não são resolvidos internamente e assim  passam a consumir a pessoa resultando na alteração de um hormônio chamado cortisol , hormônio esse que quando secretado na corrente sanguínea a partir das 06:00 horas  da manha produz estado de alerta, atenção e disposição para as atividades do dia,  e ao encerrar sua ultima liberação as 18:00 horas, permite que a pessoa comece a desacelerar de forma alcançar ondas alfas e ter um sono reparador .Quando o cortisol está em desiquilíbrio no organismo o mesmo passa a se sentir indisposto ,inchado e mau humorado isso é o que chamamos de depressão exógena ou seja a depressão que teve como causa no evento, alterou portanto os níveis de cortisol e por consequência gerou alteração na disposição e humor do mesmo individuo.
A depressão exógena pode evoluir para uma depressão endógena, ou seja, a pessoa perde a capacidade natural de produzir e secretar dopamina e gerar serotonina. A dopamina é o principal hormônio responsável pelo prazer e bem estar,  já serotonina é o neurotransmissor do prazer e bem  estar. Na ausência desse hormônio do neurotransmissor a pessoa gradativamente vai perdendo a motivação e interesse pelas as atividades do dia a dia.
A Ibogaina por tanto oferece excelentes resultados,  nessas duas formas de depressão devido a sua capacidade cientificamente já comprovado em acionar a  produção neurológica natural  de  dopamina e serotonina, além do mais ela proporciona durante seu tempo de ação uma psicoterapia acelerada de forma que o paciente passe a acessar na forma de lembranças , sentimentos, sensações ,ou visualizações todas as situações conflituosas, traumáticas que agem como gatilho nas recaídas de depressão.

É claro que pra uma maior eficácia para o tratamento de Ibogaina o mesmo é submetido ao longo da semana a tais tratamentos como sessões de BodyTalk, Psych k, EFT, EMDR, Coaching, Florais , Medicina Chinesa, de acordo com as necessidades observadas no momento de cada atendimento  e para manutenção dos mesmos resultados recomenda-se que ainda o paciente de continuidade por mais algum tempo a terapias após o tratamento por Iboga.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Ex paciente do Instituto Brasileiro de Terapias Alternativas escreve livro que ajuda usuário de drogas a entenderem e lutar com consciência contra este vício destruidor.


Tô a fim de parar é um livro fascinante, você que já teve qualquer problema com drogas vai se identificar, ele aborda o tema de forma direta e realista.




Do seu envolvimento com drogas até o tratamento libertador, leia uma prévia.


Fui batizado como Felipe de Oliveira, e ao longo dos anos recebi muito apelidos devido a vivência nas Ruas, o mais usual é derivado de Felipe com cocaína. Por aí você já deve imaginar qual foi meu maior problema.
A questão é que o nome é indiferente , poir quando eu era viciado nesta merda, perdi minha identidade, perdi meu poder de escolha, perdi minha felicidade, sem contar empregos e dinheiro. E digo merda mesmo, pois tanto faz se é droga, álcool, time de futebol, jogo, sexo, etc. Tudo me levou para o buraco e vou te contar, eu tinha o pacote completo.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

O Tratamento

O tratamento com Iboga proporciona aos indivíduos uma oportunidade de naturalmente desintoxicar seus corpos e mentes. Iboga para a desintoxicação por abuso de substância tem sido bem sucedida no tratamento de indivíduos de uma série de vícios diferentes, tais como álcool, cocaína, heroína, crack, medicamentos opiáceos e produtos farmacêuticos. A inovação do programa de tratamento com Iboga na desintoxicação é o catalisador para a criação de uma recuperação bem sucedida, o que é possível por evitar os sintomas de abstinência agudos e restaurar a neuroquímica do cérebro ao seu estado operacional adequado. O tratamento com Iboga funciona para corrigir as vias de absorção de dopamina nos centros de prazer do cérebro, revertendo os desequilíbrios que levam à dependência de drogas. Além disso, o tratamento foca no trabalho de curar as causas do seu vício, através da terapia para lidar com as escolhas traumaticas e estilo de vida. Como acontece? Imediatamente após o tratamento com ibogaina nenhum mal estar associado a abstinência é sentido, e o mais importantes, nenhuma fissura. 
Iboga vem sendo utilizado na recuperação de dependentes químicos á algumas décadas, em diversos continentes essa terapia vem se mostrando eficaz e existem várias modos de serem aplicadas. O tratamento é feito de várias formas ao redor do globo, uns preferem um tratamento rápido, tendo muitas vezes duração de 24 horas, com apenas uma aplicação, outros tem dias de duração de forma que técnicas terapeuticas são incorporadas ao tratamento. O IBTA possui uma ampla disponibilidade de terapias e técnicas de reestruturação comportamental, muitas vezes sendo utilizado sessões de acupuntura, sintetizador de ondas cerebrais, homeopatia, neurolinguisticas e fitoterapia atravéz de chás,entre outras técnicas. A OMS (Organização Mundial da Saúde) reconhece o uso de acupuntura no tratamento da dependência química. Segue a imagem: 


quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Pensando em tomar ibogaína? Leia isto primeiro
Existem muitas pessoas que, por ouvir relatos de conhecidos, por pesquisas na internet e por indicação de profissionais da área, resolvem fazer um tratamento com ibogaína. Mas como saber, nessa situação, que o tratamento que está sendo oferecido é de boa qualidade? Que as pessoas envolvidas são corretas e sabem com o que estão lidando? Isso é um problema sério, pois infelizmente nos ultimos meses tem aparecido uma boa quantidade de pessoas, principalmente na internet, oferecendo ou o tratamento com ibogaína ou a substância em si. Então listei abaixo algumas dicas que podem tornar sua decisão mais confiável, e o mais importante, livre de riscos. Para seu bolso e para sua saúde.

O primeiro ponto é, que tipo de ibogaína tomar? Existem as opções de HCL, TA (total alkaloids) e RB (root bark, que é a raiz "in natura"). Em um contexto médico, para tratamentos, o ideal é a ibogaína HCL GMP, ou seja, ibogaína medicinal, o remédio mesmo, com 98 a 99% de pureza, fabricada segundo as boas práticas de manufatura farmacêutica, o que garante essa pureza e a qualidade da substância.

Existe muita pouca quantidade de ibogaína medicinal disponível e o laboratório fabricante NÃO vende pela internet, então aqui vai o primeiro conselho: não compre ibogaína pela internet, você não saberá o que está comprando, pode ser de péssima qualidade ou nem mesmo ser a substância. Isso se entregarem alguma coisa, porque esse pessoal normalmente pede o dinheiro adiantado e não envia a compra. A principal fonte desses golpes é Camarões, mas infelizmente no Brasil eles existem tambem.

A medicação é mesmo cara, então fique atento, lugares que oferecem tratamentos/medicamentos muito baratos não estão oferecendo medicação de boa qualidade.

Segundo ponto importante : onde tomar?
O tratamento para dependência química com ibogaína é considerado um procedimento médico, e como tal, deve ser realizado em ambiente hospitalar e/ou que tenha recursos de hospital. Isso inclui, principalmente, a presença de um profissional médico com experiência no assunto, visto que o simples fato da pessoa ser formada em medicina não lhe gabarita a fazer essa aplicação. É preciso experiência na área, visto que no curso tradicional de medicina nem se toca nesse assunto. Isso é fundamental para a segurança do paciente. Procure tratamentos que ofereçam acompanhamento médico especializado.

Evite lugares onde o tratamento é feito por não médicos, por curiosos, interessados em ganhar um dinheiro em cima do sofrimento dos pacientes. Evite pessoas não experientes (peça que o profissional comprove a experiência, não basta só falar que é experiente). Muitas vezes o que se alega é que são utilizadas doses baixas, o que dispensaria a necessidade da presença do médico. Isso não é verdade. A presença do médico é fundamental SEMPRE, independente da dose.

Clinicas que fazem propaganda disseminada pela internet (Twitter/Youtube/Sites de comércio eletrônico) tambem não são recomendadas, esse comportamento mostra que o que se visa é o lucro, não exatamente o bem estar do paciente.

Existem anuncios na internet de clínicas que de maneira mentirosa se dizem tradicionais e pioneiras na área, quando na verdade trabalham no ramo há poucos meses e veem no tratamento apenas a chance de lucrar, sem saber realmente exatamente o que estão fazendo.Não fazem exames clínicos nem laboratoriais nos pacientes, não avaliam se eventuais medicamentos que o paciente possa estar tomando interferem na aplicação da ibogaína...Chegam a oferecer que o tratamento seja realizado em casa!!!
Existem infelizmente muitos espertinhos visando apenas lucro nessa área, muito cuidado. Tanto se visa o lucro que estão sendo abertas até franquias dessas clínicas, e as mesmas estão fabricando até shampoo de ibogaína, para se ter uma idéia do nível que chega a coisa.Ou seja, vêm a doença dos outros como fonte de lucro apenas.


Cuidados antes da experiência:
Exatamente por ser uma medicação de efeito forte, com vários efeitos colaterais, é preciso uma avaliação clínica adequada do paciente antes do tratamento, a realização de exames médicos e laboratoriais, orientação quanto a eventuais medicamentos que a pessoa possa estar tomando, avaliação psicológica/psiquiátrica prévia e o compromisso de acompanhamento psicológico pós tratamento. Evite lugarem que oferecem soluções mágicas e rápidas, sem preparação pré-tratamento, e sem orientação para acompanhamento pós.

Concluindo:
Qualquer tratamento médico tem um risco inerente ao procedimento; estas orientações visam eliminar os riscos oriundos de tratamentos feitos por pessoas sem competência, com medicação de má qualidade, em ambientes não adequados.
Boa Sorte!!
Bem, muitas perguntas são dirigidas ao blog, sobre a necessidade ou não da abstinência prévia de 30 dias antes da aplicação. A maioria das clínicas que existem por aí não pedem essa abstinência, e usam até essa conduta como estratégia comercial, tipo, "aqui você pode tomar ibogaína na hora, não precisa esperar". O fato é que isso demonstra desconhecimento do assunto. Fizemos essa pergunta ao Dr. Bruno Rasmussen, (brunodrc@terra.com.br) médico, um dos autores do trabalho sobre ibogaína publicado pela UNIFESP, e ele explicou o seguinte:

"O período de 10 a 15 dias após a parada de uso de cocaína ou crack, é um período onde o coração da pessoa usuária está se adaptando ao não-uso, ou à abstinência. Por isso, ele bate mais devagar do que o normal nessa fase. Isso está bem estudado cientificamente, e essa situação é chamada de alargamento do intervalo QT.
O que ocorre é que durante o efeito da ibogaína esse fenômeno também ocorre, o alargamento do intervalo QT, o que leva também a uma certa bradicardia (coração batendo mais devagar).
Se você aplicar ibogaína, que alarga o intervalo QT, nessa fase, onde ele já está alargado, pode desencadear uma bradicardia importante, significativa, que por sua vez pode desencadear outras arritmias e até risco de morte.
Então, a aplicação de ibogaína antes de 30 dias de abstinência é formalmente contra-indicada do ponto de vista médico, por questões de segurança."

Assim sendo, atenção, se o local onde você pretende se tratar não demonstrar conhecimento dessa situação ou banaliza-la, fuja. Eles simplesmente não sabem o que estão fazendo.

Um outro detalhe importante, é que nessa fase também a ibogaína faz menos efeito e a abstinência após o tratamento não dura muito. Se você conhece alguém que tomou ibogaína e não teve um bom resultado, pergunte se essa pessoa ficou abstinente por 30 dias... a maioria das vezes não, esse é o principal motivo de insucesso neste tipo de tratamento.



Nas últimas semanas temos visto uma inundação de notícias na mídia sobre a liberação, pela ANVISA,  do uso de medicamentos derivados da Cannabis Sativa (popularmente conhecida como maconha), para uso em pacientes (a maioria crianças) com quadros de convulsões incontroláveis.

Essa medida demostra sensibilidade e deve ser louvada. Parabéns à ANVISA.

A agência inclusive divulgou uma 
nota onde orienta como deve ser feita a importação desse tipo de medicamento.

Nessas situações, o problema não é a substância, mas o uso que se faz dela.

Coincidentemente, algumas destas orientações da ANVISA tambem servem para a ibogaína medicinal.

Apesar da ibogaína não ser restrita nem controlada no Brasil, e muito menos proscrita, como a Cannabis, o fato da ibogaína medicinal de referência não ser registrada no Brasil faz com que ela esteja sujeita às mesmas regras de importação. A diferença é que no caso da ibogaína, não é necessária a autorização prévia, por não se tratar de substância considerada droga ou entorpecente ou precursora nem submetida a regime especial. (Decreto nº 79094/1977 Art. 11, § 3º)

Observe na 
nota da ANVISA que é importante para que a importação seja legalizada que a medicação seja importada para uso pessoal e que o medicamento a ser importado, apesar de não registrado no Brasil, seja registrado em seu país de origem ou em outros países.

Além disso, para a importação ser legal é necessário que haja uma prescrição médica desse medicamento.

Então chegamos ao ponto: quando a pessoa decide que vai fazer um tratamento com ibogaína, aí então deve começar o processo de importação...com a prescrição do médico o medicamento é comprado no exterior e enviado ao Brasil no nome do paciente.

Essa medicação passa pela ANVISA nos aeroportos e é então liberada, desde que esteja cumprindo todas as normas de envase, rotulagem, lacre de segurança, datas de fabricação e validade, etc.

Então, locais onde se agenda o tratamento e já contam com a medicação disponível, já demonstram apenas aí, a irregularidade da situação, pois deveriam aguardar a encomenda para então comprar o medicamento. Se já tem o medicamento disponível é porque esse "medicamento" (se é que podemos chamá-lo assim, pois não tem origem conhecida nem é fabricado segundo as boas práticas farmacêuticas) entrou no Brasil "por baixo do pano", e fazendo assim, tanto quem vende como quem
compra está violando o 
artigo 273 do código Penal, sujeitando-se a penas altas.

Então, como já dissemos em outros posts, cuidado com essas ibogaínas "piratas", "similares" ou "genéricas", que são importadas irregularmente e não tem controle de qualidade algum, podendo causar mais prejuízos do que benefícios.

Temos aqui no Brasil uma variedade de profissionais não médicos realizando esses tratamentos, curiosos, massoterapeutas, enfermeiros, e até padres !!!

Algumas dessas pessoas talvez até estejam bem intencionadas, outras com certeza nem tanto, mas todas estão colocando os pacientes em risco.

Fora os casos de pessoas que compram a substância pela internet, pensando em tomar em casa, sem absolutamente nenhuma assistência.

Ibogaína é um procedimento médico. Deve ser realizada em ambiente hospitalar com acompanhamento médico.

A própria ANVISA reconhece isso, quando exige uma receita para que o remédio possa ser importado.

Então, resumindo, existe sim uma maneira de se fazer um tratamento com ibogaína, no Brasil, totalmente dentro da legalidade: basta apenas utilizar-se de medicamento que seja registrado em seu país de origem, validado por uma receita médica, e em nome do paciente, para uso pessoal.

A desvantagem de se fazer assim é que se tem de esperar uns dias pela chegada da medicação e pela liberação da medicação no aeroporto, pela ANVISA, mas será que não vale a pena, para evitar complicações legais depois?



Tratamento anti-drogas feito com substância natural tem eficiência comprovada por pesquisa realizada pela Unifesp
Tratamento contra drogas feito com Ibogaína recuperou 72% dos pacientes diz estudo
São Paulo, dezembro de 2015 – Encontrada na raiz da planta africana Iboga, a substância Ibogaína teve sua eficácia comprovada no combate a dependência química através de uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O grupo de pesquisadores estudou um universo de 75 pacientes com dependência química. O resultado? Depois de um ano de acompanhamento, 72% dos voluntários perseveraram e mantiveram distância das drogas.
O estudo foi publicado pela renomada revista britânica “Journal of Psychopharmacology”, veículo que divulga importantes descobertas da psicofarmacologia na Inglaterra e no mundo. Dentre os entorpecentes envolvidos na pesquisa estão a cocaína, o crack e o álcool. O líder da equipe que investigou os efeitos da Ibogaína nos dependentes químicos, Dartiu Xavier da Silveira afirmou que do total de participantes, 55% dos homens e 100% das mulheres conseguiram superar a dependência e não entraram em contato com a droga motivo do vício por, pelo menos, um ano.
O uso excessivo de entorpecentes é tema recorrente em todo o Brasil. A dependência devastadora da droga pode levar a atitudes extremas do dependente para conseguir pelo menos uma “dose”. Dentre esses atos, viciados vendem objetos de valor de dentro de casa e acabam, inclusive, se prostituindo para continuar consumindo a droga. A prostituição para alimentar o vício foi tema de uma recente novela intitulada “Verdades Secretas”, exibida na faixa das 23h na Rede Globo e levantou ainda mais a bandeira deste tipo de doença.
O diretor do Instituto Brasileiro de Terapias Alternativas, IBTA, mestre em medicina chinesa e naturopata Rogério Souza trabalha com o tratamento da Ibogaína e confirma a eficiência da intervenção: “Em nossa clínica o tratamento acontece durante cinco dias. O paciente não fica internado, somente passa pela clínica durante o horário dos atendimentos, por volta de 2 a 3 horas por dia. Durante a permanência na clínica, o enfermo recebe terapias auxiliares diversas, pois entendemos que é de vital importância cuidar do emocional para descobrir o porquê ele iniciou nas drogas/álcool, como também o que o leva a permanecer no uso. ”
Ministrada por via oral, em cápsulas, a Ibogaína é metabolizada no fígado onde ativa a enzima chamada GDNF (enzima responsável pelas reconexões neurológicas). Ela age também no aumento da dopamina e serotonina que é o hormônio neurotransmissor do prazer.
Com uma sequência de casos de sucesso e até mesmo de cura através da Ibogaína, a esperança de recuperar os dependentes através de uma terapia eficaz se torna a alternativa mais procurada pelos familiares e os chamados co-dependentes, aqueles que são impactados indiretamente pela dependência.

O ITBA possui estrutura completa e acesso a Ibogaína medicinal de alta qualidade somatizado com seu corpo clínico constituído por médico, psicólogos, terapeutas e especialistas em Iboga que administram o medicamento da melhor forma de cura para dependência Química.