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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Matéria sobre a Ibogaína

Matéria sobre o tratamento para a libertação das drogas através da Ibogaína. Confira:

Substância inibe a dependência química em apenas cinco dias, diz pesquisa:

Derivada da raiz de uma planta africana chamada "Iboga", a ibogaína está sendo amplamente utilizada no tratamento de dependência química e, segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a eficácia do uso da substância foi positiva em 72% dos pacientes que participaram do estudo.

Descoberta no ano de 1962, a ibogaína provoca a produção do hormônio GDNF, que estimula a criação de conexões neuronais, ajudando os dependentes químicos a perderem a vontade de usar drogas. "O princípio ativo, que é metabolizado no fígado, recupera a capacidade do cérebro de produzir elementos químicos que ele havia deixado de produzir, por conta do uso das drogas", afirmou o naturopata Dr. Rogério Souza.

Com alguns efeitos colaterais, a substância, apesar de causa estranheza à princípio, "não vicia, não faz mal e só possui contraindicações para pacientes cardíacos, grávidas ou esquizofrênicos", disse o Doutor. O reequilíbro do cérebro promove um bem-estar físico e mental, levando o paciente a ficar mais consciente de si mesmo, facilitando também o processo do terapeuta.

O IBTA (Instituto Brasileiro de Terapias) realizou uma pesquisa com seus dois mil pacientes, no período de um ano. Desses, mais de 80% se livraram da dependência química e se dizem completamente curados do vício. "Eu estava em estado crítico, roubando e me prostituindo por conta das drogas já há mais de dez anos, quando um amigo meu me indicou o tratamento com a ibogaína. Fui para a clínica em março de 2014, fiquei lá por cinco dias e, desde então, nunca mais tive necessidade de usar entorpecentes", disse Tamires de Oliveira, de 29 anos e ex dependente química.

O tratamento consiste em cinco doses da substância, atreladas ao atendimento com um terapeuta para trabalhar o lado psicológico da pessoa. "Foi muito estranho e surpreendente. No primeiro dia do tratamento, é uma dose de teste, para ver como o nosso organismo reage à substância. No segundo dia a dose é bem mais forte e monitorada por médicos. Já no terceiro, eu acordei me sentindo muito bem, sem nenhuma vontade de voltar àquela vida", afirmou Tamires.

Apesar de ser um tratamento aparentemente bastante eficaz, ainda é pouco conhecido devido às relações entre o governo e a economia do país. De acordo com um relatório publicado em junho pelo Escritório de Drogas e Crimes da Organização das Nações Unidas (UNODC), o Brasil é o maior centro de distribuição de cocaína do mundo, o que ajuda a aquecer a economia do país. "Os interesses políticos e econômicos não permitem que os resultados da ibogaína caiam 'na boca do povo'. Os dependentes químicos trazem muito dinheiro para o país, incentivando cada vez mais o tráfico de drogas. É aquela história toda de que é mais interessante 'remediar o problema, do que saná-lo de uma vez por todas", concluiu o especialista.


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Matéria da revista Galileu sobre o tratamento com a Iboga

Mais uma matéria sobre o tratamento da dependência química através da Iboga, cujo princípio ativo é o da Ibogaína.

Matéria da revista Galileu sobre a Iboga
Comprimidos feitos com substância da raiz dos arbustos africanos
Crédito: divulgação.
Confira um trecho da matéria divulgada pela Revista Galileu:

Deitado numa cama, Wladimir Kosiski, 33 anos, viu, literalmente, sua vida passar como num filme — e descobriu que era um drama ruim. A abertura até prometia: cenas de sua infância e adolescência, o casamento, o emprego como vendedor em uma multinacional em Curitiba (PR), a faculdade, dois filhos... Mas, ao chegar aos 21 anos, o roteiro virava filme B, uma típica história de dependência de drogas, reprisando todos os clichês do gênero. O crack, então, roubava a cena: uma sequência previsível de empregos perdidos, faculdade abandonada e bens vendidos a preço de banana para pagar o vício. E sua carreira de vendedor em multinacional acabou enveredando para a vida de aviãozinho do tráfico em troca de alguns gramas de pedras. 

O filme apareceu como uma espécie de sonho acordado durante as 48 horas que Wladimir passou sob o efeito da ibogaína, uma droga psicodélica, em uma clínica no Estado de São Paulo (que prefere não divulgar o nome). Durante esse tempo, ele ficou sonolento, mas plenamente consciente. Viu nítidas as imagens de sua vida, como se fossem projetadas em uma tela de LCD na parede do quarto, logo acima do médico que o observava sobre a cama. Quando o efeito passou, foi a primeira vez em anos que Wladimir acordou sem a fissura, o desejo incontrolável pela fumaça do crack que ataca os dependentes. Nem o desejo, nem as náuseas e nem as dores comuns desse tipo de abstinência apareceram. “Era como se eu nunca tivesse usado droga nenhuma”, diz o hoje administrador de empresas, que passou pelo tratamento e se livrou da dependência em 2007. 


A substância que ajudou Wladimir é cada vez mais usada em terapias experimentais contra o vício. De 1962, quando começou a ser testada em dependentes químicos, até 2006, 3.414 pessoas usaram a ibogaína, obtida a partir da raiz de um arbusto africano, a iboga, para fins terapêuticos. Só nos últimos quatro anos, no entanto, 7 mil pessoas passaram pelas terapias, de acordo com dados preliminares de um estudo do Dr. Kenneth Alper, da New York School of Medicine, nos Estados Unidos. O número de tratamentos cresceu tanto que provocou uma escassez da substância, ainda produzida de maneira artesanal, no mundo.

Confira a matéria completa em:
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,ERT166297-17773,00.html

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Matéria interessante sobre o uso de iboga no tratamento de dependentes químicos

Droga gera danos irreversíveis ao usuário

Matéria sobre o uso de iboga no tratamento de dependentes químicos. Portal Tribuna da Bahia.
Matéria sobre o uso de iboga no tratamento de dependentes químicos. Portal Tribuna da Bahia.


Matéria publicada pelo portal Tribuna da Bahia no começo deste mês, dia 03/09, que conta sobre o uso do crack e os efeitos no organismo do usuário.

Confira: Crack: os sintomas causados no organismo pelo uso são letais - Portal Tribuna da Bahia.


Não fazemos tratamento, apenas passamos informações sobre a Iboga, e indicamos clínicas que possuem tratamentos com qualidade e segurança. Entre em contato conosco, para quaisquer dúvidas: ibogainfos@gmail.com

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Infográfico com os efeitos do Crack no corpo

Veja o infográfico divulgado pelo site Saude.ig, que demonstra os efeitos do crack no corpo do usuário, a curto e longo prazo e na abstinência. Caso não consiga visualizar a imagem, abaixo está um texto com todo o conteúdo do infográfico.


No momento do uso:
A fumaça do crack entra no sangue através dos pulmões, se espalha por todo o corpo e chega ao cérebro em 10 segundos. No cérebro, as substâncias químicas são absorvidas na região responsável pelo prazer e ali se ligam aos neurotransmissores dopamina e adrenalina.  
A adrenalina e a dopamina voltam a circular pelo corpo associadas aos químicos do crack, dando sensação de prazer e confiança ao usuário. A sensação dura apenas 5 minutos e, em um curto espaço de tempo, o usuário sente vontade de consumir de novo.

Depois de 3 semanas:
Com o uso repetido, a alta temperatura de combustão no cachimbo queima as vias aéreas (nariz, laringe e esôfago). Nos pulmões, a droga destrói os alvéolos, facilitando infecções como tuberculose e pneumonia e podendo provocar hemorragia local.

No sangue, o abuso de crack eleva a pressão arterial e acelera os batimentos cardíacos, o que pode resultar em infarto e outras doenças cardíacas. No aparelho digestivo, o crack atrapalha a digestão e afeta os rins e fígado, provocando náuseas e ausência de apetite.

No cérebro, a droga destrói as áreas responsáveis por pensamento, planejamento e controle de impulsos, além de inflamar os vasos sanguíneos, um dos primeiros passos para o acidente vascular cerebral e as convulsões.

Na abstinência:

A “área do prazer” no cérebro deixa de ser estimulada e com isso promove uma descarga de adrenalina em todo o corpo, para tentar compensar a falta de estímulo. O excesso de adrenalina, distribuído de forma desordenada pelo corpo, resulta em comportamento violento, irritação e insônia.

Para compensar a falta da droga, o cérebro começa a usar as reservas de serotonina (hormônio responsável pela sensação de bem-estar) do corpo. Com as reservas de serotonina baixas, o usuário fica deprimido e sem vontade.

Após 7 dias sem a droga:

O corpo começa a se desintoxicar. Aos poucos, o cérebro volta a organizar a produção e a distribuição de adrenalina, serotonina e todos os outros neurotransmissores.

A insônia, a irritação e a depressão começam a melhorar. O apetite vai voltando ao normal.

Hidratação e descanso constante aceleram o processo de recuperação, que dura pelo menos um ano.

Os números do crack no Brasil:

1,1 milhão de pessoas já utilizaram o crack. 90,7% dos municípios afirmam enfrentar problemas com o crack. 39% das internações por dependência química são motivadas pelo crack. 45% das cidades admitem carência na rede de tratamento. Há 1 centro de tratamento para drogas para 7 milhões de brasileiros.

Um estudo feito pela Unifesp (universidade federal de São Paulo):

170 dependentes que moram na cracolandia paulistana foram entrevistados, sendo que destes, 89 usam a droga há mais de 10 anos.

110 pessoas começaram a usar crack antes dos 18; 103 já fizeram algum tratamento; 92 já foram presos e 37 consomem mais de 20 pedras por dia.

Fontes: Confederação Nacional dos municípios, Unifesp, Secretaria Nacional Antidrogas, e Reportagem do IG.


Fonte: Saude.ig

segunda-feira, 6 de abril de 2015

DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Tratamento revolucionário com Ibogaína é a esperança no tratamento de usuários de Drogas e Álcool.


A ibogaína vem sendo utilizada há mais de 4 anos no Instituto Brasileiro de Terapias Alternativas (IBTA) de Paulínia, com o intuito de recuperar dependentes químicos de modo que possam voltar a viver normalmente em meio a sociedade. O tratamento realizado no instituto já atendeu mais de 400 usuários de drogas e mantêm uma média de 80% no sucesso de seus tratamento. Originária do Gabão a ibogaína foi descoberta por Howard Lotsoft, que aos 19 anos e na época dependente de heroína, comprou ibogaína querendo experienciar  uma “viagem”. Após apenas uma dose da planta, ele percebeu que sua vontade de consumir heroína havia cessado. Em 1983 Lostsof reportou as propriedades anti-adictiva da ibogaína e em 1985 obteve quatro patentes nos EUA para o tratamento de dependências de ópio, cocaína, anfetamina, etanol e nicotina. Fundou o International Coalition for Addicts Self Help e desenvolveu o método Endabuse, uma famacoterapia experimental que faz uso da ibogaíne HCl, a forma solúvel da ibogaína.A partir daí surgiu com força uma rede internacional de provedores de tratamentos para dependência em todo o mundo. Desde essa época até hoje cerca de 10.000 pessoas já fizeram o uso  da substância, com resultados, em sua maioria, muito bons. Realmente os efeitos são surpreendentes.

         “Em 46 anos atuando e desenvolvendo trabalhos na área da saúde mental, eu nunca vi algo tão extraordinário. Estou estupefato. É a planta dos deuses”. É dessa forma que o psiquiatra José Paulo de Oliveira Filho a descreve. Pesquisas feitas em humanos e animais indicam que a erva age em dois sentidos, por um lado ela age na química cerebral, estimulando a produção da proteína GDNF, que promove a regeneração do tecido nervoso e estimula a criação de conexões neuronais. Isso permite que áreas do cérebro relacionadas com a dependência sejam reparadas e assim estimula a produção de neurotransmissores responsáveis pela produção do prazer; a serotonina e a dopamina. São essas substâncias que podem explicar o desaparecimento da fissura pela droga relatada por dependentes logo após  uma sessão. A ibogaína gera um estado de sonhar acordado, onde a pessoa passa a ter visões de seu passado e os fatores que a levaram em busca da droga, dessa forma é possivel compreender e entender os acontecimentos tráumaticos que lhe fizeram escolher o abuso de substâncias como uma forma de escapar de tais traumas. “O resultado é que a pessoa constrói uma imagem do ‘eu’ fora do corpo.” – Bia Labate. O falso conceito de que a planta é alucinógena, gera uma quase histeria em determinados profissionais da área, que mal informados, com má vontade, e baseados em informações conflitantes pinçadas na internet, repassam informações errôneas adiante. A Ibogaína não é exatamente alucinógena, é onirofrênica, (Naranjo, 1974)
  
Uma vez que a ibogaína chega ao fígado, torna mais fácil sua ação de distribuição e melhor atuação celular. Vários fatores simples podem evitar que baixe a ação da ibogaína no corpo, esses fatores são orientados pela equipe multidisciplinar do IBTA em avaliação prévia da administração da iboga.(Primeiro instituto pioneiro no Brasil na prática das mais diversas disfunções) Isso pelo fato de que quanto menos ela tiver que “brigar” com outras enzimas para diminuir sua ação, maior será o resultado de sua atuação no organismo.
Deborah Mash, professora de neurologia da Universidade de Miami, acompanhou o tratamento de três viciados em heroína num quarto de hotel em Leiden, na Holanda, em 1992. Ficou impressionada. "A ibogaína faz uma limpeza no corpo, na mente e no espírito". Ela produz efeito terapêutico acumulativo no tecido adiposo que é liberada lentamente no organismo. O efeito da substância pode ser sentido por vários dias. A taxa média de eficácia da Ibogaína para tratamento da dependência de crack é de 70 a 80%, que é altíssima, principalmente se lembrarmos de que, além de ser uma doença gravíssima, as taxas de sucesso dos tratamentos tradicionais é de 5%. O fato é que a Ibogaína é hoje, de longe, o tratamento mais eficaz contra a dependência. Feito com os cuidados necessários, é seguro, eficaz, e não existem relatos de sequelas, nem físicas, nem psicológicas, afirma prof°Rogério Moreira de Souza, mantenedor do IBTA- Paulínia.
         Atualmente, a ibogaína é usada em países como Nova Zelândia e Holanda. Nos Estados Unidos ela serve apenas para fins acadêmicos. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária não se pronunciou sobre o uso de Ibogaína, o tratamento é realizado de forma controlada, por especialistas na administração da mesma.

 Depoimento A.L.G.S
Comos todos, no ínicio usasa cocaina eventualmente por diversão. Ao experimentar, a primeira coisa que eu notei foi que todos haviam mentindo para mim. Em todas as propagandas e conselhos, a droga era tida como algo ruim. Porém, era gostoso. Me sentia-me disposto, comunicavel e capaz de tudo. Convivi por um bom tempo nessa maneira. Há certa de 3 anos comecei a uasr continumentem, o que era só uma laegria agora torna-se necessidade. Só sentia que podia fazer algo bem se etviesse unsando. Até o momento que só consegui ficar acordado se estivesse em efeito da droga. Nesse momento que vi... A droga também mentiu.. Foi devastador, minha familia, minha namorada ( na época) todos sofriam.. Eu era que menos sofria, pois estava sempre trope. Minha vida financeira virou um caos. Gastava tudo que tinha e ainda fazia emprestimos. Meu corpo não ficava parado, euforia, estados alterados, não conseguia mais se relacionar com ninguem. Não controlava se quer minhas pernas. Até que um dia quase foi meu ultimo. Um acidente de carro que no relato a policia diziam não entender como eu havia sobrevivido. Foi quando eu iniciei o tratamento com IBOGAINA - IBTA Desde o inicio eu via que a droga não era mais parte da minha vida. Minha vida instantaneamente Mudou e aos poucos voltando ao normal. Hoje há um ano depois do tratamento são incontáveis as conquistas. A maior dela quem saber, foi ver minha mãe voltar a sorrir. Meu pai voltar a confiar em mim e minha irmã, ainda criança, não me perguntar mais quando eu iria sarar. Hoje, de cara limpa, digo que valeu á pena. Ainda pago as dividas que a droga me deixou e ainda tenho cicatrizez daquele acidente. Porem sou uma nova pessoa, com muitos amigos e com muitos objetivos para conquistar.