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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Dúvidas com a Ibogaína? Saiba mais sobre esse tratamento!

Dúvidas com a Ibogaína? Saiba mais sobre esse tratamento!
Dúvidas com a Ibogaína? Saiba mais sobre esse tratamento!

Esse tratamento vem buscando ajudar a todos os dependentes de que a ibogaína pode ser a solução para a dependência química. Porém muitas clinicas estão utilizando a estratégia da Difamação para se mostrar melhor do que seus concorrentes. Então, o que é importante saber para realizar o tratamento em uma instituição séria?

1º - Referências, procure saber o que dizem da instituição, como ela trabalha e qual os profissionais que ela possui.

2º - Presença de um médico na instituição, e também de uma estrutura de Emergência próxima. Muitos realizam tratamento com ibogaína em chacaras longe de hospitais e sem estrutura ambulatorial, isso é necessário, pois nunca sabemos como o organismo pode reagir a subtância.

3º - Apoio ao dependente, mesmo após o tratamento é necessário um suporte ao paciente, devido a experiência realizada é de extrema importância um apoio a todos eles, de no minimo 6 meses.

4º - Qualidade da Iboga, sempre se atente a isso, existe inúmeros tipos de Iboga. Tem a Ibogaína derivada da Raiz da Iboga, Tem a Ibogaína gerada da Voacangina, Iboga TA, Casca, Raíz. Algumas clinicas dizem realizar o chá da iboga, quem trabalha seriamente com ela sabe que isso não é o IDEAL. Para se ter uma recuperação é necessario a ibogaína da forma mais pura possivel.
https://www.youtube.com/watch?v=25Nq6uzGBeI

5º - A ibogaína não fornece a ninguém 100% de cura. É necessário a vontade do dependente químico se recuperar, junto a um bom trabalho da instituição. A média internacional é de 70% de cura, no brasil as clinicas informam 80%. Então saiba de onde vem tais informações.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Matéria sobre a Ibogaína

Matéria sobre o tratamento para a libertação das drogas através da Ibogaína. Confira:

Substância inibe a dependência química em apenas cinco dias, diz pesquisa:

Derivada da raiz de uma planta africana chamada "Iboga", a ibogaína está sendo amplamente utilizada no tratamento de dependência química e, segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a eficácia do uso da substância foi positiva em 72% dos pacientes que participaram do estudo.

Descoberta no ano de 1962, a ibogaína provoca a produção do hormônio GDNF, que estimula a criação de conexões neuronais, ajudando os dependentes químicos a perderem a vontade de usar drogas. "O princípio ativo, que é metabolizado no fígado, recupera a capacidade do cérebro de produzir elementos químicos que ele havia deixado de produzir, por conta do uso das drogas", afirmou o naturopata Dr. Rogério Souza.

Com alguns efeitos colaterais, a substância, apesar de causa estranheza à princípio, "não vicia, não faz mal e só possui contraindicações para pacientes cardíacos, grávidas ou esquizofrênicos", disse o Doutor. O reequilíbro do cérebro promove um bem-estar físico e mental, levando o paciente a ficar mais consciente de si mesmo, facilitando também o processo do terapeuta.

O IBTA (Instituto Brasileiro de Terapias) realizou uma pesquisa com seus dois mil pacientes, no período de um ano. Desses, mais de 80% se livraram da dependência química e se dizem completamente curados do vício. "Eu estava em estado crítico, roubando e me prostituindo por conta das drogas já há mais de dez anos, quando um amigo meu me indicou o tratamento com a ibogaína. Fui para a clínica em março de 2014, fiquei lá por cinco dias e, desde então, nunca mais tive necessidade de usar entorpecentes", disse Tamires de Oliveira, de 29 anos e ex dependente química.

O tratamento consiste em cinco doses da substância, atreladas ao atendimento com um terapeuta para trabalhar o lado psicológico da pessoa. "Foi muito estranho e surpreendente. No primeiro dia do tratamento, é uma dose de teste, para ver como o nosso organismo reage à substância. No segundo dia a dose é bem mais forte e monitorada por médicos. Já no terceiro, eu acordei me sentindo muito bem, sem nenhuma vontade de voltar àquela vida", afirmou Tamires.

Apesar de ser um tratamento aparentemente bastante eficaz, ainda é pouco conhecido devido às relações entre o governo e a economia do país. De acordo com um relatório publicado em junho pelo Escritório de Drogas e Crimes da Organização das Nações Unidas (UNODC), o Brasil é o maior centro de distribuição de cocaína do mundo, o que ajuda a aquecer a economia do país. "Os interesses políticos e econômicos não permitem que os resultados da ibogaína caiam 'na boca do povo'. Os dependentes químicos trazem muito dinheiro para o país, incentivando cada vez mais o tráfico de drogas. É aquela história toda de que é mais interessante 'remediar o problema, do que saná-lo de uma vez por todas", concluiu o especialista.


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Matéria da revista Galileu sobre o tratamento com a Iboga

Mais uma matéria sobre o tratamento da dependência química através da Iboga, cujo princípio ativo é o da Ibogaína.

Matéria da revista Galileu sobre a Iboga
Comprimidos feitos com substância da raiz dos arbustos africanos
Crédito: divulgação.
Confira um trecho da matéria divulgada pela Revista Galileu:

Deitado numa cama, Wladimir Kosiski, 33 anos, viu, literalmente, sua vida passar como num filme — e descobriu que era um drama ruim. A abertura até prometia: cenas de sua infância e adolescência, o casamento, o emprego como vendedor em uma multinacional em Curitiba (PR), a faculdade, dois filhos... Mas, ao chegar aos 21 anos, o roteiro virava filme B, uma típica história de dependência de drogas, reprisando todos os clichês do gênero. O crack, então, roubava a cena: uma sequência previsível de empregos perdidos, faculdade abandonada e bens vendidos a preço de banana para pagar o vício. E sua carreira de vendedor em multinacional acabou enveredando para a vida de aviãozinho do tráfico em troca de alguns gramas de pedras. 

O filme apareceu como uma espécie de sonho acordado durante as 48 horas que Wladimir passou sob o efeito da ibogaína, uma droga psicodélica, em uma clínica no Estado de São Paulo (que prefere não divulgar o nome). Durante esse tempo, ele ficou sonolento, mas plenamente consciente. Viu nítidas as imagens de sua vida, como se fossem projetadas em uma tela de LCD na parede do quarto, logo acima do médico que o observava sobre a cama. Quando o efeito passou, foi a primeira vez em anos que Wladimir acordou sem a fissura, o desejo incontrolável pela fumaça do crack que ataca os dependentes. Nem o desejo, nem as náuseas e nem as dores comuns desse tipo de abstinência apareceram. “Era como se eu nunca tivesse usado droga nenhuma”, diz o hoje administrador de empresas, que passou pelo tratamento e se livrou da dependência em 2007. 


A substância que ajudou Wladimir é cada vez mais usada em terapias experimentais contra o vício. De 1962, quando começou a ser testada em dependentes químicos, até 2006, 3.414 pessoas usaram a ibogaína, obtida a partir da raiz de um arbusto africano, a iboga, para fins terapêuticos. Só nos últimos quatro anos, no entanto, 7 mil pessoas passaram pelas terapias, de acordo com dados preliminares de um estudo do Dr. Kenneth Alper, da New York School of Medicine, nos Estados Unidos. O número de tratamentos cresceu tanto que provocou uma escassez da substância, ainda produzida de maneira artesanal, no mundo.

Confira a matéria completa em:
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,ERT166297-17773,00.html

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Matéria interessante sobre o uso de iboga no tratamento de dependentes químicos

Droga gera danos irreversíveis ao usuário

Matéria sobre o uso de iboga no tratamento de dependentes químicos. Portal Tribuna da Bahia.
Matéria sobre o uso de iboga no tratamento de dependentes químicos. Portal Tribuna da Bahia.


Matéria publicada pelo portal Tribuna da Bahia no começo deste mês, dia 03/09, que conta sobre o uso do crack e os efeitos no organismo do usuário.

Confira: Crack: os sintomas causados no organismo pelo uso são letais - Portal Tribuna da Bahia.


Não fazemos tratamento, apenas passamos informações sobre a Iboga, e indicamos clínicas que possuem tratamentos com qualidade e segurança. Entre em contato conosco, para quaisquer dúvidas: ibogainfos@gmail.com

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Matéria - Ibogaína Veja SP

O controverso uso da ibogaína no tratamento contra o vício em drogas

Droga alucinógena extraída da raiz de uma planta africana é usada por paulistanos para se livrarem do vício da cocaína, do crack e da heroína

Por: Aretha Yarak
Por cerca de quinze anos, o palestrante Gadyro Nakaya Schmeling, de 36 anos, viveu dominado pela compulsão por cocaína, heroína e crack. Isso deixou nele marcas profundas: morou na Cracolândia por oito meses, roubou e foi preso, fugiu de mais de quarenta internações e chegou a ser acorrentado pelo pai em casa. “Nadafuncionava”, relembra.
Até que conheceu, pela internet, a ibogaína. Com um potente efeito alucinógeno, a substância é extraída da raiz da iboga, uma planta africana. Tem sido usada nos últimos tempos nas terapias de desintoxicação, pois amenizaria os terríveis sintomas da abstinência, a principal causa de recaída dos viciados. “Tomei uma dose única em outubro de 2012. Ela é forte e provoca uma sensação horrível, de morte. Mas nunca mais tive vontade de usar qualquer droga”, conta Schmeling.
A exemplo do que ocorreu com o consultor, várias pessoas na mesma situação estão procurando esse tratamento, ainda bastante controverso para muitos médicos. Entre outros efeitos arriscados, a ibogaína baixa muito a frequência cardíaca do usuário durante o transe, o que pode ser fatal em casos de pacientes com algum problema no coração.
Rodrigo Januário Simões: temporada em Paulínia
| Crédito: Fernando Moraes
Um dos centros mais conhecidos que oferecem o serviço é o Instituto Brasileiro de Terapias Alternativas (IBTA), em Paulínia, a 119 quilômetros da capital. Um terço de seus pacientes é formado por paulistanos. Ali, o tratamento de desintoxicação custa 7 200 reais e dura cinco dias. Nesse período, são ministradas cinco doses e sessões de terapia.
Segundo a diretoria da clínica, a taxa de sucesso é de 70%. “Não estocamos o produto, tudo é importado sob medida para o paciente”, explica o terapeuta Rogério de Souza, um dos responsáveis pelo local. O comerciante Rodrigo Januário Simões, de 36 anos, passou por lá em 2012. Ele bateu às portas do IBTA para tentar livrar-se do vício de uma década em cocaína. Diz ter ficado surpreso com a eficácia do negócio. “De uma hora para a outra, minha fissura sumiu”, lembra. “Passei a ter nojo da droga.”
Descoberta oficialmente em 1962 peloamericano Howard Lotsof, um adictoem heroína que aos 19 anos estava à caçade um novo “barato”, a substância é aprovada no Canadá, na Nova Zelândia, no México e na maioria dos países da América Central. Ela é contraindicada para pessoas com quadros psicóticos, que usam determinados remédios, como antidepressivos, são alérgicas ou têm problemas cardiovasculares e no fígado.
Seus altos índices de sucesso se devem, de acordo com pesquisadores, a alguns mecanismos de ação. Em um deles, ousuário se desliga do presente e tem aimpressão de sonhar acordado. “É como uma expansão da consciência, você passa a ver a vida de outro jeito e fica mais aberto à mudança”, conta o consultor Schmeling.
Além disso, há uma ação cerebral ainda incerta. As hipóteses mais correntes afirmam que acontece um aumento nas sinapses entre os neurônios e uma reorganização dos neurotransmissores, o que explicaria o fim da fissura.
Por aqui, a substância não é ilegal, mas sua comercialização para finalidades terapêuticas é proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Quando há necessidade de uso do medicamento, entretanto, o órgão regulador autoriza a importação de países onde é legalizado, desde que isso seja feito com prescrição médica e exclusivamente para uso pessoal.
Apesar dos relatos de sucesso, o consumo no Brasil ainda é bastante controverso. Em setembro deste ano, pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) finalizaram o primeiro levantamento nacional sobre a ibogaína. Foram selecionados 75 dependentesquímicos, entre usuários de crack, cocaína, maconha e álcool.
Todos tomaram uma ou mais doses do remédio. O resultado foi animador: 61% dos voluntários largaram a droga — nos tratamentos tradicionais, esse número despenca para 30%. “Pelo que observamos, a ibogaína é hoje a melhor opção contra o vício”, diz o médico Bruno Rasmussen Chaves, um dos autores do estudo.
De acordo com a psiquiatra Ana Cecília Marques, presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas, trabalhos como esse precisam ser encarados com reserva, pois estão longe de ser conclusivos. Segundo ela, ainda se sabe muito pouco sobre a substância e não é possível fazer alegações sobre sua eficácia. “São necessários anos de pesquisas para confirmar os dados, mesmo que as primeiras evidências apontem para resultados positivos”, afirma.
Fonte: http://vejasp.abril.com.br/materia/controverso-uso-da-ibogaina-tratamento-contra-o-vicio-em-drogas/

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Remédio à base de planta africana pode interromper vício em crack, revela estudo brasileiro

Medicamento se mostrou eficaz em 100%¨das mulheres que participaram da pesquisaWerther Santana/14.01.2012/Estadão Conteúdo
A ibogaína, medicamento obtido da raiz da Iboga ― planta encontrada em países africanos ― pode ser a chave para interromper a dependência do crack e outras formas de vício em 72% dos casos.
De acordo com a pesquisa do Departamento de Psiquiatria da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), após serem tratados com o medicamento, 55% dos homens e 100% das mulheres participantes ficaram livres do vício por, pelo menos, um ano.
Liderado pelo psiquiatra Dartiu Xavier, o estudo, realizado entre janeiro de 2005 e março de 2013, envolveu 75 pacientes dependentes de várias drogas, como cocaína, crack, álcool e outras menos comuns.
― O prazo de abstinência que obtivemos costuma ser considerado satisfatório para podermos falar em uma possível cura.
Segundo o especialista em clínica médica, Bruno Chaves, o período em que os pacientes conseguiram ficar abstinentes foi significativamente maior após o tratamento com ibogaína em comparação com os períodos de interrupção da dependência conseguidos pelos mesmos pacientes antes dessa experiência.
― Os tratamentos tradicionais alcançam resultados semelhantes em apenas 5 a 10% dos casos.
Chaves explica que o medicamento atua em duas frentes nos pacientes. Por um lado, aumenta uma substância já conhecida no cérebro, que repara as sinapses danificadas e cria novas conexões entre os neurônios, o que recupera, em parte, o dano causado pelas drogas.
― Junta a isso, também ocorre um reequilíbrio dos neurotransmissores e, por consequência, a proporção adequada entre serotonina, dopamina e noradrenalina, responsáveis pelas sensações de prazer.
Por outro lado, a ibogaína atua no campo psicológico do paciente. É comum o relato de uma certa confusão mental. "Durante os efeitos da medicação, os pacientes referiram experiências e vivências intensas, revivendo coisas que aconteceram em suas vidas", afirma o psiquiatra Xavier.
Efeitos colaterais
Embora tenham ocorrido reações como tonturas, tremores, náuseas, dores de cabeça e confusão mental, por até 24 horas após o início do tratamento, Chaves afirma que não houve registro de efeitos adversos graves nos pacientes pesquisados, como arritmias cardíacas ou mortes.
― O tratamento com ibogaína realizado em hospital, com acompanhamento médico constante, medicação de boa qualidade e procedência, em pacientes motivados, é seguro e sem complicações
Chaves também ressalta que uma das principais vantagens do uso da ibogaína contra a dependência química é que, enquanto o paciente que recebe tratamento tradicional fica, em média, nove meses internado, aquele que vivencia a experiência psicodélica passa, no máximo, 48 horas recluso.
Fonte: http://noticias.r7.com/saude/remedio-a-base-de-planta-africana-pode-interromper-vicio-em-crack-revela-estudo-brasileiro-13102014

Parabéns pelo ótimo trabalho!

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Informações Internacionais de Ibogaína

Bom dia!
Caso queira mais informações sobre Ibogaína, peço que vejam o site MAPS.
Lá existe um acervo de estudos com a Ibogaína, pesquisas e muito mais!
To deixando o link aqui para vocês: http://www.maps.org/research/ibogaine/

E a todos, muito obrigado pelo e-mails, fico feliz em estar ajudando.
Meu próximo post será uma relação das clinicas no Brasil, para que vocês possam escolher melhor onde realizar o tratamento. Então as instituições que ainda não fizeram contato, caso tenham interesse por favor fale comigo.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Dúvidas com a Ibogaína? Saiba mais sobre esse tratamento! (Parte 1)

Esse tratamento vem buscando ajudar a todos os dependentes de que a ibogaína pode ser a solução para a dependência química. Porém muitas clinicas estão utilizando a estratégia da Difamação para se mostrar melhor do que seus concorrentes. Então, o que é importante saber para realizar o tratamento em uma instituição séria?

1º - Referências, procure saber o que dizem da instituição, como ela trabalha e qual os profissionais que ela possui.

2º - Presença de um médico na instituição, e também de uma estrutura de Emergência próxima. Muitos realizam tratamento com ibogaína em chacaras longe de hospitais e sem estrutura ambulatorial, isso é necessário, pois nunca sabemos como o organismo pode reagir a subtância.

3º - Apoio ao dependente, mesmo após o tratamento é necessário um suporte ao paciente, devido a experiência realizada é de extrema importância um apoio a todos eles, de no minimo 6 meses.

4º - Qualidade da Iboga, sempre se atente a isso, existe inúmeros tipos de Iboga. Tem a Ibogaína derivada da Raiz da Iboga, Tem a Ibogaína gerada da Voacangina, Iboga TA, Casca, Raíz. Algumas clinicas dizem realizar o chá da iboga, quem trabalha seriamente com ela sabe que isso não é o IDEAL. Para se ter uma recuperação é necessario a ibogaína da forma mais pura possivel.
https://www.youtube.com/watch?v=25Nq6uzGBeI

5º - A ibogaína não fornece a ninguém 100% de cura. É necessário a vontade do dependente químico se recuperar, junto a um bom trabalho da instituição. A média internacional é de 70% de cura, no brasil as clinicas informam 80%. Então saiba de onde vem tais informações.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Sobre o TRATAMENTO Com Ibogaina.

O tratamento da dependência química é complexo e difícil. Exige um enorme esforço por parte do dependente químico e da sua família. Como as opções públicas de tratamento da dependência química são lamentáveis, quase sempre é preciso pagar por internações em clínicas especializadas e não raro todo o tratamento pode custar mais de R$ 20.000,00, incluindo remédios, internações, etc… De vez em quando “novas” descobertas no tratamento da dependência química prometem revolucionar a forma como isso é feito. A Iboga é uma dessas esperanças, uma planta de cuja casca da raiz pode ser obtida a ibogaína. A iboga é um arbusto com uma raiz subterrânea que chega a atingir 1,50m de altura e é composto de várias espécies. A que mais tem interessado no tratamento da dependência química é Tabernanthe iboga, encontrada nos Camarões, Gabão, República Central Africana, Congo, República Democrática do Congo, Angola e Guiné Equatorial. Algumas espécies animais, entre as quais os mandris e os javalis, alimentam-se das raízes da iboga para conseguir efeitos entorpecentes. Imagina-se que os pigmeus descobriram a eboka (iboga) observando o comportamento desses animais. Até hoje, estas populações utilizam a iboga em seus ritos. Em 1901, a ibogaína foi isolada pela primeira vez. Há notícia de que ela teria sido usada no Ocidente desde o início do século XX, no tratamento de gripe, neurastenia, doenças infecciosas e relacionadas ao sono. Iboga, uma nova esperança para o tratamento da dependência químicaEm 1962, Howard Lotsof, um jovem dependente químico de heroína, acabou descobrindo, por acaso, a iboga na África. Após uma viagem astral de 36 horas, relatou que perdeu o desejo de consumir heroína por completo. Em 1983, Lostsof relatou as propriedades antiaditivas da ibogaína e em 1985 obteve quatro patentes nos EUA para o tratamento de dependências de ópio, cocaína, anfetamina, etanol e nicotina. Fundou o International Coalition for Addicts Self Help e desenvolveu o método Endabuse, uma farmacoterapia experimental que faz uso da ibogaíne HCl, a forma solúvel da ibogaína. Através da administração de uma única dose, cujo efeito dura dois dias, haveria uma atenuação severa dos sintomas de abstinência e uma perda do desejo de consumir drogas por um período mais ou menos longo de tempo. O número de tratamento de dependentes químicos com a ibogaína está crescendo tanto que vem provocando escassez da planta que ainda é produzida de maneira artesanal. A ibogaína, cuja denominação química é 12-metoxibogamina, é uma forte droga alucinógena que age no combate à dependência química, por incrível que isso possa aparecer. Seus efeitos ainda estão sendo estudados, mas pesquisas feitas em humanos e animais indicam que a droga age em dois sentidos, por um lado ela age na química cerebral, estimulando a produção da proteínao GDNF, que promove a regeneração do tecido nervoso e estimula a criação de conexões neuronais. Isso permitiria que áreas do cérebro relacionadas com a dependência fossem reparadas e estimularia a produção de neurotransmissores responsáveis pela produção do prazer, a serotonina e a dopamina. São essas substâncias que podem explicar o desaparecimento da fissura pela droga relatados por dependentes logo após saída de uma sessão. Estudos preliminares também parecem mostrar que a ibogaína pode ajudar no tratamento do alcoolismo. Durante a pesquisa, ratos e camundongos foram induzidos ao consumo de álcool em doses diárias até habituarem-se à bebida. Os testes com Ibogaína demonstraram uma queda efetiva no consumo de álcool pelos roedores, diretamente relacionado ao aumento da produção de uma proteína pelo cérebro, o GDNF. Os tratamentos com ibogaína não são autorizados nos Estados Unidos, Reino Unido, França ou Suíça. Mesmo assim, têm sido adotados clandestinamente. No Panamá, a instituição liderada por Lotsof cobra 15 mil dólares; na Itália, o custo é de 2.500 dólares, e, nos EUA, o tratamento varia entre 500 e 2.500 dólares. Em Israel, a iboga está sendo pesquisada para uso no tratamento da síndrome de pós-guerra que afeta os soldados. No entanto, antes de achar que a ibogaína pode fazer o tratamento da dependência química uma série de estudos terão de ser feitos e não é atoa que ela não é liberada nos Estados Unidos, Reino Unido, França ou Suíça. No momento enquanto tais estudos não estão concluídos o mais seguro e único caminho para o tratamento da dependência química passa, obrigatoriamente, por consultar um psiquiatra especializado. Fonte: jardimdeflores.com.br

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Sobre o tratamento com ibogaina e reações.


Os efeitos de curto prazo da ibogaína dadas em doses terapêuticas para desintoxicação química e psicoterapia podem durar entre 24-48 horas. Cada experiência é única, no entanto elementos comuns são relatados. Entende-se que tendo o tempo para se preparar para a experiência por ter intenções positivas ou metas para o resultado, sendo dedicado a explorar o que você precisa para curar em sua vida, sentir-se seguro ao seu redor e sentir o apoio do povo que cuidam de você, irá gerar um efeito positivo no resultado
Efeitos PsicoativosSeus efeitos psicoativos têm sido descritos como "oneirogenico" o que significa que o que produz uma vigília ou lúcido estado de sonho da consciência. Na verdade, EEG (eletroencefalograma) e estudos de ritmos de ondas cerebrais em animais sugerem que a ibogaína causa REM (movimento rápido dos olhos por sonho lucido) . Este processo oneirogenico é caracterizado por fenômenos visuais que algumas pessoas sentem como sonhos vívidos, reflexões ou memórias. Ele foi descrito por algumas pessoas que a ibogaína pode ajudar emocionalmente e psicologicamente, permitindo um processo em que eles são capazes de pensar sobre a vida de uma perspectiva que parece ser mais objetivo. Alguns descreveram que este processo facilitado pela ibogaína lhes permite refletir sobre suas vidas sem medo, culpa, vergonha e outros sentimentos associados com o trauma que as pessoas em crise são frequentemente afetados. Note-se que nem todas as pessoas que tomam ibogaína relatam ter sonhos ou visões oníricas, porém ainda encontraram efeitos psicoativos, emocionais, níveis espirituais e físicos. Ibogaína não causa nenhuma perda de consciência ou despersonalização. Além disso, pode-se notar que, embora alguns tenham descrito anteriormente ibogaína como um "alucinógeno", o efeito da ibogaína na neurotransmissão é diferente dos efeitos das drogas psicadélicas clássicas ou alucinogénios tais como LSD
Efeitos Físicos: Os seus efeitos físicos são diferentes para cada pessoa. Alguns relatos incluem sensação de cabeça leve, sensibilidade ao movimento, som e luz e uma sensação de oscilação ou vibração. 
Possiveis Efeitos: Alguns desconfortos ou possíveis efeitos colaterais geralmente associados com doses terapêuticas de ibogaína incluem: ataxia (perda temporária de coordenação muscular), tremores leves (agitação), fotossensibilidade (sensibilidade à luz), náuseas, vômitos, pequenas mudanças na pressão arterial, dores nas costas, às vezes leve (possivelmente devido a deitar por um período prolongado de tempos) e possível insônia (particularmente em indivíduos dependentes de opiáceos). O potencial para efeitos colaterais e os riscos podem ser substancialmente minimizados, evitando quaisquer substâncias contra-indicados, antes e durante o tratamento, o exame médico adequado para todas as condições pré-existentes contra-indicadas, monitorização cuidadosa dos sinais vitais, hidratação adequada, com água e eletrólitos, antes e durante da terapia com ibogaína, a aplicação é realizada em uma sala semi-escura em uma posição confortável. Qualquer efeito colateral será deixado de sentir após 24 ou 48 horas da aplicação de ibogaina, e o anseio pelo uso de substancias quimicas nao será mais sentido, que deve ser grandemente reduzida ou eliminada através da acção da ibogaína. 
Efeitos a longo prazo: efeitos a longo prazo podem incluir a redução da ansiedade, melhora do humor  e aumento da energia. Algumas pessoas relatam ter dificuldade com parar dormir por um curto periodo de tempo (particularmente aqueles que se afastaram de opiáceos). A maioria das pessoas relatam sentir estes efeitos de 2 semanas a 3 meses ou mais.



quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Os efeitos do tratamento com IBOGAÍNA!

Os efeitos de curto prazo da ibogaína dadas em doses terapêuticas para desintoxicação química e psicoterapia podem durar entre 24-48 horas. Cada experiência é única, no entanto elementos comuns são relatados. Entende-se que tendo o tempo para se preparar para a experiência por ter intenções positivas ou metas para o resultado, sendo dedicado a explorar o que você precisa para curar em sua vida, sentir-se seguro ao seu redor e sentir o apoio do povo que cuidam de você, irá gerar um efeito positivo no resultado

Efeitos PsicoativosSeus efeitos psicoativos têm sido descritos como "oneirogenico" o que significa que o que produz uma vigília ou lúcido estado de sonho da consciência. Na verdade, EEG (eletroencefalograma) e estudos de ritmos de ondas cerebrais em animais sugerem que a ibogaína causa REM (movimento rápido dos olhos por sonho lucido) . Este processo oneirogenico é caracterizado por fenômenos visuais que algumas pessoas sentem como sonhos vívidos, reflexões ou memórias. Ele foi descrito por algumas pessoas que a ibogaína pode ajudar emocionalmente e psicologicamente, permitindo um processo em que eles são capazes de pensar sobre a vida de uma perspectiva que parece ser mais objetivo. Alguns descreveram que este processo facilitado pela ibogaína lhes permite refletir sobre suas vidas sem medo, culpa, vergonha e outros sentimentos associados com o trauma que as pessoas em crise são frequentemente afetados. Note-se que nem todas as pessoas que tomam ibogaína relatam ter sonhos ou visões oníricas, porém ainda encontraram efeitos psicoativos, emocionais, níveis espirituais e físicos. Ibogaína não causa nenhuma perda de consciência ou despersonalização. Além disso, pode-se notar que, embora alguns tenham descrito anteriormente ibogaína como um "alucinógeno", o efeito da ibogaína na neurotransmissão é diferente dos efeitos das drogas psicadélicas clássicas ou alucinogénios tais como LSD

Efeitos Físicos: Os seus efeitos físicos são diferentes para cada pessoa. Alguns relatos incluem sensação de cabeça leve, sensibilidade ao movimento, som e luz e uma sensação de oscilação ou vibração. 

Possiveis Efeitos: Alguns desconfortos ou possíveis efeitos colaterais geralmente associados com doses terapêuticas de ibogaína incluem: ataxia (perda temporária de coordenação muscular), tremores leves (agitação), fotossensibilidade (sensibilidade à luz), náuseas, vômitos, pequenas mudanças na pressão arterial, dores nas costas, às vezes leve (possivelmente devido a deitar por um período prolongado de tempos) e possível insônia (particularmente em indivíduos dependentes de opiáceos). O potencial para efeitos colaterais e os riscos podem ser substancialmente minimizados, evitando quaisquer substâncias contra-indicados, antes e durante o tratamento, o exame médico adequado para todas as condições pré-existentes contra-indicadas, monitorização cuidadosa dos sinais vitais, hidratação adequada, com água e eletrólitos, antes e durante da terapia com ibogaína, a aplicação é realizada em uma sala semi-escura em uma posição confortável. Qualquer efeito colateral será deixado de sentir após 24 ou 48 horas da aplicação de ibogaina, e o anseio pelo uso de substancias quimicas nao será mais sentido, que deve ser grandemente reduzida ou eliminada através da acção da ibogaína. 

Efeitos a longo prazo: efeitos a longo prazo podem incluir a redução da ansiedade, melhora do humor  e aumento da energia. Algumas pessoas relatam ter dificuldade com parar dormir por um curto periodo de tempo (particularmente aqueles que se afastaram de opiáceos). A maioria das pessoas relatam sentir estes efeitos de 2 semanas a 3 meses ou mais.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Tratamento com ibogaina cura para dependencia!


IBOGAÍNA UM ALUCINÓGENO PARA COMBATER O USO DE COCAÍNA, HEROÍNA, MORFINA E OUTRAS DROGAS.

Tratamento ibogaina
! Ibogaína é o princípio ativo da raiz da iboga. Trata-se de um alcaloide indólico enteogênico capaz de antagonizar e anular a ação de uma série de alcalóides ou compostos orgânicos nitrogenados de intensa bioatividade sobre o cérebro, como a cocaína, heroína e morfina, dentre outros.

Tabernanthe iboga - a planta
Obtida de um arbusto da família Apocynaceae, de origem africana Tabernanthe iboga, nas regiões do Congo e do Gabão entre os pigmeus e alguns povos bantos, que possivelmente assimilaram essa prática pelo contato com esses misteriosos povos da floresta que são os pigmeus, se praticam rituais com preparados dessa planta denominado, entre as tribos Apindji e Mitsogho, como Buiti. Outros grupos e etnias do Gabão também o utilizam possivelmente a partir desse contato cultural.
De acordo com a antropóloga Labate, há dois tipos de Buiti: o tradicional que surgiu no século 19 - e o sincrético, o mais difundido, que é produto da fusão do primeiro com elementos de outros cultos africanos e da influência da evangelização cristã no continente no início do século 20. Possivelmente sob influência das notícias de cura, transformações psicológicas associada à conversão religiosa e participações de estrangeiros, o mundo ocidental tem despertado interesse sobre essa planta e esse ritual.
Preparados com essa planta vem sendo utilizado, com sucesso, em sessões terapêuticas cujo objetivo é alcançar a cura completa da drogadição.. Observe-se que não são os mesmos extratos utilizados nas distintas tribos, pois segundo a referida antropóloga são preparados mantidos em sigilo.
Quimicamente, a ibogaína é classificada como uma triptamina, análoga à melatonina, estruturalmente semelhante à harmalina.
Muito se tem falado a respeito da Ibogaína aqui no Brasil nos últimos tempos... bem e mal, com discussões apaixonadas, e, às vezes, desprovidas de cunho científico e repletas de preconceito.
Para quem não sabe, Ibogaína é uma substância extraída da planta Tabernanthe iboga, originária do Gabão, e planta sagrada utilizada nos rituais da religião Bwiti, religião e rituais estes existentes desde a pré-história. Em 1962 Howard Lotsof, na época dependente de heroína, descobriu que uma única dose de Ibogaína foi suficiente para curar a dependência sua e de alguns amigos. A partir daí surgiu com força uma rede internacional de provedores de tratamentos para dependência em todo o mundo, alguns oficiais, outros underground. Desde essa época até hoje cerca de 10.000 pessoas já fizeram o uso médico da substância, com resultados, em sua maioria, muito bons. Realmente os efeitos são surpreendentes, e, em muitos casos, ocorre uma melhora do quadro de dependência significativa, em apenas 24 horas.
Como tudo que é diferente, e como tudo que é inovador, existem também em relação à Ibogaína controvérsias e dúvidas, que tem origem na desinformação e no preconceito, e algumas vezes também em interesses econômicos. Este texto visa esclarecer as dúvidas e orientar as pessoas sobre o assunto. É interessante o fato de que a maioria das pessoas que é contra esse tratamento, não sabe absolutamente nada a respeito, mesmo alguns sendo renomados profissionais da área. É o estilo “não li e não gostei”. Na área da dependência química no Brasil, alguns egos são imensos.
Sempre que se fala de Ibogaína, cita-se o fato de a mesma ser proibida nos Estados Unidos e em mais 3 ou 4 países, sendo em todos os outros (inclusive no Brasil) isso não ocorre. Pelo contrário, o Brasil é um dos pioneiros nesse tratamento e os profissionais envolvidos, apesar de pouco conhecidos aqui, têm reconhecimento internacional. Essa proibição da Ibogaína em poucos países deve-se à desinformação e a interesses econômicos e políticos.
Primeiramente, essa medicação não interessa à grande indústria farmacêutica, visto ser derivada de plantas, com a patente de 1962 já expirada, tendo, portanto, um baixo potencial de lucro.
Além disso, em muitos locais, o preconceito contra os dependentes faz com que eles sejam vistos como pessoas que não merecem serem tratadas e sim presas ou escorraçadas. Assim sendo, o fato da Ibogaína ter sido descoberta por um dependente químico, para algumas pessoas, já a desqualifica.
Fora isso, o falso conceito de que a planta é alucinógena, gera uma quase histeria em determinados profissionais da área, que mal informados, com má vontade, e baseados em informações conflitantes pinçadas na internet, repassam informações errôneas adiante. A Ibogaína não é alucinógena, é onirofrênica, (Naranjo, 1974; Goutarel, Gollnhofer, and Sillans 1993), ou talvez seja melhor dizer, remogênica, ela estimula a mente de maneira a fazer com que o cérebro sonhe, mesmo com a pessoa acordada. Isso é comprovado por inúmeros estudos ao redor do mundo, mas é fácil confirmar, basta fazer um eletroencefalograma (EEG) durante o efeito da substância pra se ver que o padrão que vai aparecer é o do sono REM, não de alucinações. Além disso, a ibogaína não se liga ao receptor 5HT 2a, o alvo clássico de alucinógenos como LSD, por exemplo.
Outra crítica relacionada à  Tratamento Ibogaína, que é sempre citada, são as até agora 14 mortes que ocorreram, em 48 anos, como comentado acima, em cerca de 15000 tratamentos realizados. Isso dá menos de 1 fatalidade em cada 1000 tratamentos, número muito menor por exemplo do que as fatalidades provocadas por metadona, que é outra substância utilizada no tratamento da adição, e que é de 1 fatalidade para cada 350 tratamentos.
O detalhe, sempre deixado de lado pelos detratores da Ibogaína, é que em todos os casos de fatalidades registrados, comprovadamente se detectou o uso sub-reptício concomitante de heroína, cocaína e/ou álcool, confirmado por necropsia, o que nos leva à conclusão de que não existem fatalidades relacionadas à Ibogaína e sim à heroína/cocaína/álcool e à mistura dessas substâncias... além disso, poucas coisas no mundo são mais mortais do que usar drogas.. isso sim é perigoso.
Mais outra crítica é sobre o uso em humanos, sendo que no Gabão, há 5000 anos humanos já usam a substância em seus rituais, sem problemas. Já foram feitos vários trabalhos científicos, por cientistas renomados, que comprovam a baixa toxicidade e a segurança do tratamento, desde que feito dentro dos protocolos.
A taxa média de eficácia do Tratamento com ibogaina para dependência de crack é de 70 a 80%, que é altíssima, principalmente se lembrarmos que, além de ser uma doença gravíssima, as taxas de sucesso dos tratamentos tradicionais é de 5%. Incrivelmente, essa taxa de 80% também é alvo de críticas... Porque não são 100%, eles dizem? Já que é tão bom, porque não cura todo mundo? Ora, nenhum tratamento médico é 100%, existem variáveis ponderáveis e imponderáveis que influenciam a evolução dos pacientes, como motivação, características individuais de cada paciente, preparação adequada, com psicoterapia pré e pós tratamento de alto nível, tudo isso faz com que haja variações na eficácia. O fato é que a Ibogaína é hoje, de longe, o tratamento mais eficaz contra a dependência que se tem notícia, em toda a história da humanidade. Feito com os cuidados necessários, é seguro, eficaz, e não existem relatos de sequelas, nem físicas, nem psicológicas.
Assim sendo, pessoas que vivem da cronicidade da doença, para as quais não interessa que haja cura e sim perpetuação do quadro, e assim, indiretamente, perpetuação dos lucros, se insurgem contra ela.
Em toda a história da humanidade, as inovações, as mudanças de paradigma, sempre foram combatidas.
E apenas mais um detalhe: as outras opções de tratamento, são bastante ineficazes, para que se possa dar ao luxo de não dar à ibogaína a atenção que ela merece.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Ibogaina a droga



Não bastassem seus efeitos avassaladores sobre a consciência – induz o coma, provoca visões e muda a vida de quem a consome.
A ibogaína é talvez a droga alucinógena mais impressionante de que se tem notícia. Não bastassem seus efeitos avassaladores sobre a consciência – induz o coma, provoca visões e muda a vida de quem a consome, segundo eles mesmos –, essa raiz africana pode curar a dependência de outras drogas. Ela é uma das substâncias mais perigosas que se conhece – muita gente já morreu por sua causa. A antropóloga paulista Beatriz Labate, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), viajou a Camarões para conhecer de perto a ibogaína. Eis o seu relato – o primeiro do tipo escrito por um brasileiro:
“A iboga (raiz cujo princípio ativo é a ibogaína) é utilizada na África Central no tratamento de depressão, picada de cobra, impotência masculina, esterilidade feminina, Aids e também como estimulante e afrodisíaco. Os curandeiros locais, adeptos de uma religião chamada bouiti, acreditam que ela é eficaz também contra doenças místicas, como a possessão.
“Tonye Mahop, pesquisador do Jardim Botânico de Limbe, conta que ‘existem vários registros de cura da dependência de cigarro, maconha e álcool com a iboga. O problema é que os informantes não contam bem como preparam e usam a planta. Tem uma parte do conhecimento que fica sempre em segredo.’
“O ritual de iniciação, no qual a substância é ingerida, dura três dias. Na abertura, o candidato confessa todos os seus pecados e toma um banhoritual. Depois ele come em jejum até meio quilo da planta. Um grupo o acompanha cantando e dançando noite adentro. A iniciação tem como objetivo induzir um coma. De acordo com os praticantes, em algum momento o espírito sai do corpo e viaja para o ‘lado de lá’. Ou seja, visita o mundo dos mortos. Pode receber revelações, curas ou se comunicar com seus ancestrais. Terminada a cerimônia, a pessoa ‘renasce’ com uma nova identidade – bandzi, ou ‘aquele que comeu’. A anciã Bilbang Nga Owono Christine, lembra bem a sua iniciação, quando teria se curado de uma ‘doença nos olhos’: ‘Uma estrela me guiou até um hospital no lado de lá. Vi meu espírito saindo do meu corpo e os médicos me operando. Voltei curada’, diz.
“Podem ocorrer mortes nos rituais se a dose for grande demais ou se o sujeito estiver debilitado. Da mesma forma, três pessoas já morreram no tratamento não-controlado de toxicodependentes com ibogaína na Holanda, na França e na Suíça. Alguns especialistas afirmam que a ibogaína age sobre áreas do cérebro que regem a sensação do corpo físico. O resultado é que a pessoa constrói uma imagem do ‘eu’ fora do corpo. Os relatos de alguns iniciados se assemelham muito aos de pessoas que estiveram perto da morte. Em ambos os casos, fala-se na presença de uma luz infinita que seria a própria divindade, no encontro com mortos, na vida inteira passando diante dos olhos.
“Participei de uma iniciação, mas comi apenas uma colherinha de iboga. O efeito foi fortíssimo, durou 24 horas. Não posso dizer que entendi muita coisa, além de ter achado o ritual bastante cansativo. A sensação foi de que os nativos têm razão: a iboga é qualquer coisa que não tem a ver com este mundo, diz respeito ao mundo dos mortos. Ficou apenas uma enorme curiosidade – e medo – de me submeter à iniciação completa.”

Fonte:
(Revista Super Interessante) – Agosto/2001
http://super.abril.com.br/ciencia/droga-ibogaina-442289.shtml

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

TUDO SOBRE IBOGAINA / IBOGAÍNA


Ibogaina

Ibogaína é o princípio ativo da raiz da iboga. Trata-se de um alcalóide indólico enteogênico capaz de antagonizar e anular a ação de uma série de alcalóides oucompostos orgânicos nitrogenados de intensa bioatividade sobre o cérebro, como a cocaínaheroína e morfina, dentre outros.[1]
Obtida de um arbusto da família Apocynaceae, de origem africana Tabernanthe iboga, nas regiões do Congo e do Gabão entre os pigmeus e alguns povosbantos, que possivelmente assimilaram essa prática pelo contato com esses misteriosos povos da floresta que são os pigmeus, se praticam rituais com preparados dessa planta denominado, entre as tribos Apindji e Mitsogho, como Buiti. Outros grupos e etnias do Gabão também o utilizam possivelmente a partir desse contato cultural.[2]
De acordo com a antropóloga Labate [3], há dois tipos de Buiti: o tradicional que surgiu no século 19 - e o sincrético, o mais difundido, que é produto da fusão do primeiro com elementos de outros cultos africanos e da influência da evangelização cristã no continente no início do século 20. Possivelmente sob influência das notícias de cura, transformações psicológicas associada à conversão religiosa e participações de estrangeiros, o mundo ocidental tem despertado interesse sobre essa planta e esse ritual.
Preparados com essa planta vem sendo utilizado, com sucesso, em sessões terapêuticas cujo objetivo é alcançar a cura completa da drogadição.[4]. Observe-se que não são os mesmos extratos utilizados nas distintas tribos, pois segundo a referida antropóloga são preparados mantidos em sigilo.
Quimicamente, a ibogaína é classificada como uma triptamina, análoga à melatonina, estruturalmente semelhante à harmalina. Um dos primeiros pesquisadores a estudar os potenciais efeitos da ibogaína psicoterápico foi o psiquiatra chileno Claudio Naranjo, na década de 1960s e segundo Freedlander, 2003 o uso da ibogaína para o tratamento da dependência de drogas tem sido baseada em relatos da International Coalition of Addict Self-Help (ICASH) e DASH (Dutch Addict Self-Help Group) de pesquisas realizadas com voluntários desde os anos 80. 

sábado, 15 de setembro de 2012

IBOGAINA, A droga que cura o vicio.

A ibogaína é talvez a droga alucinógena mais impressionante de que se tem notícia. Não bastassem seus efeitos avassaladores sobre a consciência – induz o coma, provoca visões e muda a vida de quem a consome, segundo eles mesmos –, essa raiz africana pode curar a dependência de outras drogas. Ela é uma das substâncias mais perigosas que se conhece – muita gente já morreu por sua causa. A antropóloga paulista Beatriz Labate, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), viajou a Camarões para conhecer de perto a ibogaína. Eis o seu relato – o primeiro do tipo escrito por um brasileiro:
“A iboga (raiz cujo princípio ativo é a ibogaína) é utilizada na África Central no tratamento de depressão, picada de cobra, impotência masculina, esterilidade feminina, Aids e também como estimulante e afrodisíaco. Os curandeiros locais, adeptos de uma religião chamada bouiti, acreditam que ela é eficaz também contra doenças místicas, como a possessão.
“Tonye Mahop, pesquisador do Jardim Botânico de Limbe, conta que ‘existem vários registros de cura da dependência de cigarro, maconha e álcool com a iboga. O problema é que os informantes não contam bem como preparam e usam a planta. Tem uma parte do conhecimento que fica sempre em segredo.’
“O ritual de iniciação, no qual a substância é ingerida, dura três dias. Na abertura, o candidato confessa todos os seus pecados e toma um banho ritual. Depois ele come em jejum até meio quilo da planta. Um grupo o acompanha cantando e dançando noite adentro. A iniciação tem como objetivo induzir um coma. De acordo com os praticantes, em algum momento o espírito sai do corpo e viaja para o ‘lado de lá’. Ou seja, visita o mundo dos mortos. Pode receber revelações, curas ou se comunicar com seus ancestrais. Terminada a cerimônia, a pessoa ‘renasce’ com uma nova identidade – bandzi, ou ‘aquele que comeu’. A anciã Bilbang Nga Owono Christine, lembra bem a sua iniciação, quando teria se curado de uma ‘doença nos olhos’: ‘Uma estrela me guiou até um hospital no lado de lá. Vi meu espírito saindo do meu corpo e os médicos me operando. Voltei curada’, diz.
“Podem ocorrer mortes nos rituais se a dose for grande demais ou se o sujeito estiver debilitado. Da mesma forma, três pessoas já morreram no tratamento não-controlado de toxicodependentes com ibogaína na Holanda, na França e na Suíça. Alguns especialistas afirmam que a ibogaína age sobre áreas do cérebro que regem a sensação do corpo físico. O resultado é que a pessoa constrói uma imagem do ‘eu’ fora do corpo. Os relatos de alguns iniciados se assemelham muito aos de pessoas que estiveram perto da morte. Em ambos os casos, fala-se na presença de uma luz infinita que seria a própria divindade, no encontro com mortos, na vida inteira passando diante dos olhos.
“Participei de uma iniciação, mas comi apenas uma colherinha de iboga. O efeito foi fortíssimo, durou 24 horas. Não posso dizer que entendi muita coisa, além de ter achado o ritual bastante cansativo. A sensação foi de que os nativos têm razão: a iboga é qualquer coisa que não tem a ver com este mundo, diz respeito ao mundo dos mortos. Ficou apenas uma enorme curiosidade – e medo – de me submeter à iniciação completa.”

fonte: Superinteressante