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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Matéria da revista Galileu sobre o tratamento com a Iboga

Mais uma matéria sobre o tratamento da dependência química através da Iboga, cujo princípio ativo é o da Ibogaína.

Matéria da revista Galileu sobre a Iboga
Comprimidos feitos com substância da raiz dos arbustos africanos
Crédito: divulgação.
Confira um trecho da matéria divulgada pela Revista Galileu:

Deitado numa cama, Wladimir Kosiski, 33 anos, viu, literalmente, sua vida passar como num filme — e descobriu que era um drama ruim. A abertura até prometia: cenas de sua infância e adolescência, o casamento, o emprego como vendedor em uma multinacional em Curitiba (PR), a faculdade, dois filhos... Mas, ao chegar aos 21 anos, o roteiro virava filme B, uma típica história de dependência de drogas, reprisando todos os clichês do gênero. O crack, então, roubava a cena: uma sequência previsível de empregos perdidos, faculdade abandonada e bens vendidos a preço de banana para pagar o vício. E sua carreira de vendedor em multinacional acabou enveredando para a vida de aviãozinho do tráfico em troca de alguns gramas de pedras. 

O filme apareceu como uma espécie de sonho acordado durante as 48 horas que Wladimir passou sob o efeito da ibogaína, uma droga psicodélica, em uma clínica no Estado de São Paulo (que prefere não divulgar o nome). Durante esse tempo, ele ficou sonolento, mas plenamente consciente. Viu nítidas as imagens de sua vida, como se fossem projetadas em uma tela de LCD na parede do quarto, logo acima do médico que o observava sobre a cama. Quando o efeito passou, foi a primeira vez em anos que Wladimir acordou sem a fissura, o desejo incontrolável pela fumaça do crack que ataca os dependentes. Nem o desejo, nem as náuseas e nem as dores comuns desse tipo de abstinência apareceram. “Era como se eu nunca tivesse usado droga nenhuma”, diz o hoje administrador de empresas, que passou pelo tratamento e se livrou da dependência em 2007. 


A substância que ajudou Wladimir é cada vez mais usada em terapias experimentais contra o vício. De 1962, quando começou a ser testada em dependentes químicos, até 2006, 3.414 pessoas usaram a ibogaína, obtida a partir da raiz de um arbusto africano, a iboga, para fins terapêuticos. Só nos últimos quatro anos, no entanto, 7 mil pessoas passaram pelas terapias, de acordo com dados preliminares de um estudo do Dr. Kenneth Alper, da New York School of Medicine, nos Estados Unidos. O número de tratamentos cresceu tanto que provocou uma escassez da substância, ainda produzida de maneira artesanal, no mundo.

Confira a matéria completa em:
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,ERT166297-17773,00.html

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Matéria interessante sobre o uso de iboga no tratamento de dependentes químicos

Droga gera danos irreversíveis ao usuário

Matéria sobre o uso de iboga no tratamento de dependentes químicos. Portal Tribuna da Bahia.
Matéria sobre o uso de iboga no tratamento de dependentes químicos. Portal Tribuna da Bahia.


Matéria publicada pelo portal Tribuna da Bahia no começo deste mês, dia 03/09, que conta sobre o uso do crack e os efeitos no organismo do usuário.

Confira: Crack: os sintomas causados no organismo pelo uso são letais - Portal Tribuna da Bahia.


Não fazemos tratamento, apenas passamos informações sobre a Iboga, e indicamos clínicas que possuem tratamentos com qualidade e segurança. Entre em contato conosco, para quaisquer dúvidas: ibogainfos@gmail.com

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Tratamento com Ibogaina em Paulinia

Raiz africana é arma contra a dependência
O remédio é produzido a partir da ibogaína, uma substância extraída da raiz da iboga, uma planta encontrada na África Central, comumente usada em rituais religiosos

Um medicamento feito a partir da raiz de uma planta africana está sendo visto como luz no fim do túnel por dependentes químicos que não conseguem se livrar do vício sozinhos. Estudos apontam que o índice de recuperação chega a 70% e o paciente não precisa ficar internado. A substância foi descoberta na década de 1960 por um americano, mas ganhou adeptos somente nos últimos anos com estudos e testes.

O remédio é produzido a partir da ibogaína, uma substância extraída da raiz da iboga, uma planta encontrada na África Central, comumente usada em rituais religiosos. O medicamento é produzido no Canadá e liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a importação.

A planta não pode ser cultivada e nem vendida no Brasil. A importação é feita pelos próprios pacientes por meio das poucas clínicas especializadas no tratamento. Um dos estudos mais recentes foi feito por uma equipe da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que passou seis anos fazendo testes com o medicamento. Os resultados foram impressionantes: dos 75 pacientes que usaram a ibogaína, 61% abandonaram a dependência, seja de álcool, crack ou cocaína. Os tratamentos habituais em geral, curam de 30% a 35% dos dependentes.

O tratamento

Para usar o medicamento o paciente tem que ser monitorado o tempo todo por uma equipe médica e psicológica — por isso é proibido o uso em casa, sem acompanhamento especializado. Dependendo da quantidade ingerida, o paciente pode passar cerca de dez horas em uma espécie de alucinação, onde, geralmente, vê uma retrospectiva de sua vida. Ou seja: ele sofre uma alteração na percepção, com a sensação de reviver a própria vida. Tem lembranças fortes, emoções; e sob o efeito da ibogaína consegue ver antigos problemas de uma nova forma. As imagens chegam na mente em ordem cronológica, desde o nascimento até o período atual. Antes de ingerirem o medicamento, os pacientes são treinados para deletarem essas imagens para conseguirem suportar o processo.

Pacientes cardíacos ou com certas doenças neurológicas não podem usar a ibogaína. Antes de fazer o tratamento, a pessoa tem que ficar 15 dias sem usar nenhum medicamento, álcool ou droga. Depois de uma avaliação psicológica, o paciente é liberado para a utilização.

Apesar dos estudos, ainda não se sabe exatamente como a substância atua no combate à dependência, mas as pesquisas indicam que age em dois níveis: tanto na química cerebral como na psicologia do dependente. Por um lado, a droga estimula a produção do hormônio GDNF, que promove a regeneração do tecido nervoso e estimula a criação de conexões neuronais. Isso permitiria reparar áreas do cérebro associadas à dependência, além de favorecer a produção de serotonina e dopamina, neurotransmissores responsáveis pelas sensações de bem-estar e prazer. Isso explicaria o desaparecimento da “fissura” relatado pelos dependentes logo após sair de uma sessão.

“Estudamos o potencial terapêutico da substância em dependes químicos, e tem muito potencial. Mas tem que tomar cuidado porque existem muitas clínicas que não são confiáveis fazendo o tratamento, e isso pode ser perigoso”, afirmou o psiquiatra que coordenou a pesquisa da Unifesp, Dartiu Xavier da Silveira, que atende dependentes químicos há 27 anos.

Na região

Em Paulínia, uma clínica é especializada na substância e, há cerca de 14 anos, trata dependentes químicos com a ibogaína. O naturopata Rogério Moreira de Souza é especialista da clínica Instituto Brasileiro de Terapias Alternativas (IBTA). Lá, o tratamento demora cinco dias, em que as doses são ministradas de acordo com o peso corporal do paciente. São de 20 a 80 miligramas por quilo corporal. “Ninguém fica internado. Temos uma lista de hotéis e pousadas na cidade onde os pacientes ficam. Elas são próximas à clínica e qualquer problema fazemos o atendimento.”

O naturopata não soube precisar a quantidade de pacientes que passaram pela clínica no período, mas informou que mensalmente recebe de 40 a 50 dependentes para o tratamento. “A susbtância está ficando mais conhecida e mostrando resultado, por isso o aumento de interessados. Ela funciona porque resgata o equilíbrio da serotonina e dopamina, fazendo com que a pessoa passe a sentir prazer em diversas situações e não só apenas quando utiliza entorpecente”, explicou.

Além disso, a substância afeta o lado emocional e psicológico do paciente. “Ele começa a entender melhor o que está acontecendo com ele, qual seu espaço no mundo, no universo, começa a entender porque relacionamentos não estão dando certo, perceber os erros e os acertos, vê o que tem que mudar”, afirmou.

O tratamento não é barato: na clínica de Paulínia, por exemplo, custa entre R$ 7,2 mil e R$ 8 mil. Ela recebe pacientes de todo o País e até dos Estados Unidos e Canadá.

Segundo o pesquisador da Unifesp, além de mexer quimicamente com o cérebro, a reação psíquica faz com que o paciente enxergue a própria vida enquanto a mente fica lúcida. “Isso faz os dependentes perceberem os fatores que os teriam empurrado para as drogas em determinados momentos da vida. Mas não é só ingerir a ibogaína e se livrar da dependência. É preciso fazer um período de ajuda psiquiátrica, um acompanhamento por ao menos um ano”, disse. Um outro estudo feito pela Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, que usou um eletroencefalograma, apontou que ondas cerebrais de um paciente que tomou ibogaína têm o mesmo comportamento daquelas de alguém em REM (a fase do sono em que sonhamos).
http://correio.rac.com.br/_conteudo/2015/03/capa/campinas_e_rmc/247068-raiz-africana-e-arma-contra-a-dependencia.html

Mais Link: http//:www.clinicaibta.com.br

segunda-feira, 6 de abril de 2015

DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Tratamento revolucionário com Ibogaína é a esperança no tratamento de usuários de Drogas e Álcool.


A ibogaína vem sendo utilizada há mais de 4 anos no Instituto Brasileiro de Terapias Alternativas (IBTA) de Paulínia, com o intuito de recuperar dependentes químicos de modo que possam voltar a viver normalmente em meio a sociedade. O tratamento realizado no instituto já atendeu mais de 400 usuários de drogas e mantêm uma média de 80% no sucesso de seus tratamento. Originária do Gabão a ibogaína foi descoberta por Howard Lotsoft, que aos 19 anos e na época dependente de heroína, comprou ibogaína querendo experienciar  uma “viagem”. Após apenas uma dose da planta, ele percebeu que sua vontade de consumir heroína havia cessado. Em 1983 Lostsof reportou as propriedades anti-adictiva da ibogaína e em 1985 obteve quatro patentes nos EUA para o tratamento de dependências de ópio, cocaína, anfetamina, etanol e nicotina. Fundou o International Coalition for Addicts Self Help e desenvolveu o método Endabuse, uma famacoterapia experimental que faz uso da ibogaíne HCl, a forma solúvel da ibogaína.A partir daí surgiu com força uma rede internacional de provedores de tratamentos para dependência em todo o mundo. Desde essa época até hoje cerca de 10.000 pessoas já fizeram o uso  da substância, com resultados, em sua maioria, muito bons. Realmente os efeitos são surpreendentes.

         “Em 46 anos atuando e desenvolvendo trabalhos na área da saúde mental, eu nunca vi algo tão extraordinário. Estou estupefato. É a planta dos deuses”. É dessa forma que o psiquiatra José Paulo de Oliveira Filho a descreve. Pesquisas feitas em humanos e animais indicam que a erva age em dois sentidos, por um lado ela age na química cerebral, estimulando a produção da proteína GDNF, que promove a regeneração do tecido nervoso e estimula a criação de conexões neuronais. Isso permite que áreas do cérebro relacionadas com a dependência sejam reparadas e assim estimula a produção de neurotransmissores responsáveis pela produção do prazer; a serotonina e a dopamina. São essas substâncias que podem explicar o desaparecimento da fissura pela droga relatada por dependentes logo após  uma sessão. A ibogaína gera um estado de sonhar acordado, onde a pessoa passa a ter visões de seu passado e os fatores que a levaram em busca da droga, dessa forma é possivel compreender e entender os acontecimentos tráumaticos que lhe fizeram escolher o abuso de substâncias como uma forma de escapar de tais traumas. “O resultado é que a pessoa constrói uma imagem do ‘eu’ fora do corpo.” – Bia Labate. O falso conceito de que a planta é alucinógena, gera uma quase histeria em determinados profissionais da área, que mal informados, com má vontade, e baseados em informações conflitantes pinçadas na internet, repassam informações errôneas adiante. A Ibogaína não é exatamente alucinógena, é onirofrênica, (Naranjo, 1974)
  
Uma vez que a ibogaína chega ao fígado, torna mais fácil sua ação de distribuição e melhor atuação celular. Vários fatores simples podem evitar que baixe a ação da ibogaína no corpo, esses fatores são orientados pela equipe multidisciplinar do IBTA em avaliação prévia da administração da iboga.(Primeiro instituto pioneiro no Brasil na prática das mais diversas disfunções) Isso pelo fato de que quanto menos ela tiver que “brigar” com outras enzimas para diminuir sua ação, maior será o resultado de sua atuação no organismo.
Deborah Mash, professora de neurologia da Universidade de Miami, acompanhou o tratamento de três viciados em heroína num quarto de hotel em Leiden, na Holanda, em 1992. Ficou impressionada. "A ibogaína faz uma limpeza no corpo, na mente e no espírito". Ela produz efeito terapêutico acumulativo no tecido adiposo que é liberada lentamente no organismo. O efeito da substância pode ser sentido por vários dias. A taxa média de eficácia da Ibogaína para tratamento da dependência de crack é de 70 a 80%, que é altíssima, principalmente se lembrarmos de que, além de ser uma doença gravíssima, as taxas de sucesso dos tratamentos tradicionais é de 5%. O fato é que a Ibogaína é hoje, de longe, o tratamento mais eficaz contra a dependência. Feito com os cuidados necessários, é seguro, eficaz, e não existem relatos de sequelas, nem físicas, nem psicológicas, afirma prof°Rogério Moreira de Souza, mantenedor do IBTA- Paulínia.
         Atualmente, a ibogaína é usada em países como Nova Zelândia e Holanda. Nos Estados Unidos ela serve apenas para fins acadêmicos. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária não se pronunciou sobre o uso de Ibogaína, o tratamento é realizado de forma controlada, por especialistas na administração da mesma.

 Depoimento A.L.G.S
Comos todos, no ínicio usasa cocaina eventualmente por diversão. Ao experimentar, a primeira coisa que eu notei foi que todos haviam mentindo para mim. Em todas as propagandas e conselhos, a droga era tida como algo ruim. Porém, era gostoso. Me sentia-me disposto, comunicavel e capaz de tudo. Convivi por um bom tempo nessa maneira. Há certa de 3 anos comecei a uasr continumentem, o que era só uma laegria agora torna-se necessidade. Só sentia que podia fazer algo bem se etviesse unsando. Até o momento que só consegui ficar acordado se estivesse em efeito da droga. Nesse momento que vi... A droga também mentiu.. Foi devastador, minha familia, minha namorada ( na época) todos sofriam.. Eu era que menos sofria, pois estava sempre trope. Minha vida financeira virou um caos. Gastava tudo que tinha e ainda fazia emprestimos. Meu corpo não ficava parado, euforia, estados alterados, não conseguia mais se relacionar com ninguem. Não controlava se quer minhas pernas. Até que um dia quase foi meu ultimo. Um acidente de carro que no relato a policia diziam não entender como eu havia sobrevivido. Foi quando eu iniciei o tratamento com IBOGAINA - IBTA Desde o inicio eu via que a droga não era mais parte da minha vida. Minha vida instantaneamente Mudou e aos poucos voltando ao normal. Hoje há um ano depois do tratamento são incontáveis as conquistas. A maior dela quem saber, foi ver minha mãe voltar a sorrir. Meu pai voltar a confiar em mim e minha irmã, ainda criança, não me perguntar mais quando eu iria sarar. Hoje, de cara limpa, digo que valeu á pena. Ainda pago as dividas que a droga me deixou e ainda tenho cicatrizez daquele acidente. Porem sou uma nova pessoa, com muitos amigos e com muitos objetivos para conquistar.